Agepen doa brinquedos confeccionados por detentos da Capital para o Programa Rede Solidária

  • Publicado em 12 ago 2016 • por •

  • Campo Grande (MS) – Mais de 30 brinquedos em madeira, confeccionados por detentos da Capital, foram entregues nesta sexta-feira (15) pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) para a Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), pasta qual o Programa Rede Solidária está ligado.

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    Na ocasião a titular da Sedhast, Elisa Cleia Nobre recebeu as doações e enalteceu a parceria entre as secretarias de estado e a destinação dos brinquedos. “É muito bom saber que esses brinquedos irão ser utilizados por crianças da nossa nova unidade do Rede Solidária aqui no Jardim Noroeste, e que no fim esses materiais acabam se tornando referência em nossas brinquedotecas. Acredito que parcerias como essa, com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), só confirmam ainda mais o entrosamento de nossa equipe de governo, reforçando nossa luta por um estado que olhe para quem mais necessita”, ressaltou.

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    O secretário da Sejusp, José Carlos Barbosa, também esteve no evento e enalteceu a dedicação dos servidores em coordenar ações que visem a ressocialização. “Esse é um trabalho em que a sensibilidade e a humanidade devem estar presentes sempre. A dedicação de nossos servidores em incentivar o artesanato, resultando nesses brinquedos, mostra isso”, disse o secretário destacando também a integração dos setores de governo.

    Ainda durante o evento, os servidores da Agepen foram homenageados pelo dia dos pais. Participaram da entrega, que aconteceu na Penitenciária de Segurança Máxima, o secretário-adjunto da Sedhast, Adriano Chadid; o diretor-presidente da Agepen, Ailton Stropa Garcia, e demais encarregados do órgão.

    Rede Solidária II

    O Bairro Noroeste foi escolhido para receber o programa de Governo por conta de diagnóstico de vulnerabilidade social. São mais de 13 mil moradores na região e levantamentos realizados pela Sedhast apontaram que houve aumento de 150% nos homicídios na região de 2014 para 2015. Outra situação é que grande parte da população é de crianças e o bairro ainda apresenta o pior índice de qualidade de vida da Capital, segundo o Relatório da Prefeitura (Planurb-2015).

    Construído em uma área de 7.200 m² e com uma estrutura física de 2.338 m²  a unidade conta, desde a implantação, com parcerias da iniciativa privada e de voluntários. A previsão de início das atividades é para esse segundo semestre de 2016.

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    Leomar Alves Rosa, assessoria Sedhast

     

     

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